Príncipe da Lanterna

O Príncipe da Lanterna

 

Era uma vez, um rei orgulhoso que governou um reino grande e abundante no sopé de uma montanha alta virada ao mar. Seu castelo era imenso e muito antigo – cortado de mármore e granito e adornado por tapetes e cortinas importadas. Sua rainha era alta e linda e de grandiosidade igual seu marido, o rei. Eles tiveram um único filho, um menino, que era bem diferente de seu pai e mãe. Ele fazia tudo que era esperado de um Príncipe – ele era dedicado aos estudos e treinamentos – ele era obediente e polido – mas que realmente diferenciava ele de seus pais e toda a realeza era sua bondade. Ele era bondoso com todos. Isso era bem diferente do comportamento padrão da realeza. Reis, Rainhas, Príncipes, Princesas, Duques, Duquesas e todos os demais eram certamente grandiosos, certamente convictos, certamente polidos, mas raramente bondosos. Isso não era considerado um traço real. O Rei e Rainha viam um certo charme na bondade de seu filho e consideravam um simples tolice da criança. Porem, sua bondade crescia cada dia mais, deixando seus pais preocupados.

Certo dia, quando o Príncipe estava com doze anos, ele saiu de férias junto com sua mãe até seu solares perto do mar. A estrada que levou até o mar passava por campos abertos aonde seus grãos estavam plantados e seu gado pastava. Porem, estava também onde muitos empregados do campo tinham seus minúsculos barracos – barracos feito de sucata de madeira e palha – lugares miseráveis onde as pessoas mau consiguia escapar o frio e a chuva. Tinham lugares como esses por todo o reino, mas nem um deles eram vistos pelas realezas – e isso era de propósito. Veja bem, nesta época, a realeza se mantiveram com elas mesmas. As únicas outras pessoas que desejavam ver eram servidores bem vestidos e polidos. A realeza não queriam ver os doentes e os pobres. Isso seria abaixo de seu nível.

Como a Rainha e o Príncipe estavam viajando numa estrada onde existia vários destes barracos, a comunicação precideu-os instruindo para cada um dos barracos precisava de ser removidos. O gado poderia ficar, os campos de trigo poderia ficar. Trabalhadores agrícolas bem vestidos poderiam ficar, mas os pobres, doentes e miseráveis devia ser removidos. Assim, quando a Rainha e seu filho estavam vindo pela estrada, eles só conseguiam ver paisagem idílica e vacas felizes.

Mas alguém ficou esquecida. Ela era uma trabalhadora agrícola que estava muito doente e não conseguia andar. Ela tinha feito uma cama perto de uma grande pedra e cobria sua cabeça com os ramos de pinheiro cortado de árvores ali perto. Quando os soldados vieram para limpar os barracos junto com seus doentes e pobres, ninguém percebeu-la embaixo dos ramos de pinheiro e lá ela ficou. Logo que os soldados se afastaram, a senhora saiu debaixo dos ramos e começou a engatinhar até a estrada.

Quando a carruagem da Rainha passou, ambos ela e seu filho podia ver a miserável engatinhando ao longo da estrada convocando a carruagem para ajuda. A Rainha cobriu os olhos do seu filho e exigia que a pobre senhora seja removida. O Príncipe todavia intercedeu e implorava para sua mãe que a mulher deveria ser dada pão e nova roupa. A Rainha suspirou e falou para seu filho:
- Um dia você será o Rei. Está na hora de começa agir assim. Todos nós temos nosso lugar. E seu não está de preocupar com uma pessoa como ela.

O menino estava obediente e baixou sua cabeça, mas ele não concordou com sua mãe. Ele sentia que seu lugar estava sem dúvida a ajudar essa coitada senhora.

Dias se passou e eventualmente eles voltaram para o castelo. O menino não conseguia parar de pensar na senhora doente e uma noite ele resolveu a ajudar-la. Ele acendeu uma pequena lanterna e foi sorrateiramente até a cozinha para pegar pão e uma bebida e continuou até os estábulos para buscar um cavalo. Então, com a lanterna na mão, ele dirigiu-se para fora do portão do castelo em sentido os campos arredores. Achou a estrada certa e passou pela floresta e o campo aberto. Quando chegou na pedra grande, ele ouviu alguém se mexer e depois uma voz,

“Me deixa em paz, tenho feito nada.”

O Príncipe desmontou e andou ate a voz. Sua lanterna iluminou a pedra e depois o rosto da mulher em baixo. Ela estava deitada no chão. Ela tinha um aspecto desesperado e o Príncipe pude ver que ela estava com frio e faminta. Seu coração quase partiu a ver a cena. Ele tirou seu manto e embrulhou-a. Então ele colocou o pão e o chá na sua frente. Pôs-se de joelhos e com seu rosto perto do dela, falou,

“Voltarei. Trarei mais comida e lenha para um fogo. Farei . . .”mas ele não sabia que mais a falar. Ela precisava tanto, ele pensou. Ele levantou e olhou em volta, “Tem outros?”

Ela não lhe respondeu e começou a comer seu pão esfomeadamente. Mas ela não precisou responder, porque ele percebeu que tinham outros, muitos outros no escuridão. Ele olhou para a senhora de novo.

“Deixarei esta lanterna contigo. Acendi-a amanha a noite e te acharei.”

Então ele entrou no escuridão e achou o caminho para casa. Mas aquela noite, em vez de dormir ele trabalhava um plano para levar pão, queijo e cobertores do castelo a noite e entregar para os pobres despercebido. Acreditando que seus pais não iam acreditar em que ele estava fazendo e até proibir-lo de continuar, o Príncipe continuou sua tarefa escondido.

Ele passou o dia seguinte fazendo que sempre fazia, aprendendo suas lições e praticando seus habilidades e geralmente agindo no maneira de um Príncipe. Mas aquela noite, ele pegou sua lanterna e voltou para os campos arredores para dar comida e roupa e ate mais uma lanterna para deixar com as plebeias.

Isso continuava toda noite. Ele descobria os doentes e pobres pelas lanternas que lhe-guiava e toda noite ele voltava para o castelo para dormir algumas horas antes de começar seu dia como Príncipe. Ele era eficaz em guardando seu secreto dos Reais com o exceção da sua mãe, a Rainha. Apesar que ela não sabia exactamente o que ele estava fazendo, ela sabia que seu filho estava envolvido em algo estranho. Para começar, ela descobriu um um monte de bonecas de trapo, pedacinhos de bordado feito grosseiramente e joias feito de pedra. Ela não sabia, mas esses eram os presentes que as plebeias tinha dado ao Príncipe. Ela também ouviu seus servidores falando sobre um homen que tinha estado ajudando os pobres. Ela ficou sabendo que o homen estava chamado o Príncipe da Lanterna, e ela até imaginava a possibildade de ser seu filho.

Depois alguns anos disso, o pai do Príncipe, o Rei, morreu, e o Príncipe da Lanterna se tornou Rei. Seu coroamento foi maior e mais amplo de qualquer antes dele, não pelo pompa e elegância, mas pelo Amor. O momento que a coroa foi colocado na sua cabeça, um aplaudiu estrondoso resoava, “Viva, o Rei da Lanterna, Viva!”Neste momento, a Rainha olho para seu filho e foi mudada. Ela viu que o Amor que o povo tinha por seu novo Rei era mais poderoso de que qualquer exercito e de qualquer cofre de ouro.

E o Rei da Lanterna agora podia mostrar uma nova maneira de lidar – um baseado em bondade e serviço em vez de poder e orgulho. Então uma noite, quando o Rei da Lanterna estava acordado na sua cama maravilhando em tudo que passou, ele levantou e foi ate a janela. Ele viu um mar de pequenas lanternas acesas cobrindo seu Reino. Cada um representava uma pessoa que deixou de viver na miséria e agora estava pronto para servir. Havia tantas luzes, como estrelas, cada um com seu próprio brilho mas todos iluminando o mesmo céu.

 

Comentários   
# Maria Eduarda Campos 24-05-2016 19:21
Nossa, que história linda! Não a conhecia. Faz acender uma luz mesmo dentro da gente...
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