Manejos

Quando o assunto é transformação, devemos freiar nossos impulsos e permitirmo-nos observar e refletir morosamente. Surgirá então um sentimento de integração e a solução emergirá de forma natural.

Relatamos aqui de forma precisa, uma porção de manejos que viemos realizando. Estas práticas foram adquiridas através de bons períodos de avaliação. Experimentem nossas dicas e lembrem-se que não há receita pronta neste contexto. Pois como diria um místico, observador e realidade caminham juntos.

Contribuam com seus comentários e observações. Fazendo isso vocês serão informados dos próximos relatos publicados.

 

Há tempos ouvimos muito dizer da versatilidade do bambu como matéria-prima. E ao estabelecer um contato com as touceiras de Tuldoides que aqui existem, percebemos a chance de torná-las nossa principal fonte de cobertura para o solo.

Uma vez que a luz fica bloqueada pelo denso bambuzal, reduzimos o número de touceiras fazendo um corte raso em algumas e também aplicamos um belo raleio nas touceiras remanescentes, pois a superpopulação favorece o desenvolvimento das brocas.

Muito se fala das qualidades do esterco animal e pouco se comenta da potência que tem o esterco obtido de material lenhoso.

A quantidade de lenha que encontramos dentro de uma floresta é imensa. Muita madeira gerada através do processo de transformação da energia do Sol. Já nas áreas desmatadas, a pouca lenha que ainda é gerada, acaba virando fumaça quando ocorrem as "limpezas" que costumam fazer nos terreiros.

É comum ouvirmos sobre o uso da serragem obtida em serrarias. Que por muitas vezes, é sobra de madeiras tratadas por produtos químicos de origem duvidosa. Sendo que a lenha que apodrece lentamente, terá uma força sensivelmente maior, com segurança e economia de energia.

Sabemos o quão difícil é restabelecer o equilíbrio quando o assunto é tiririca. O procedimento mais simples e que traz altos benefícios, consiste em fazer coberturas constantes sobre o solo repleto de tiriricas. Com isso, deixamos o solo mais solto, facilitando a retirada das plantas com o bulbo. E após um número significativo de abafamentos, enfraquecemos as plantas,  já que elas não irão realizar fotossíntese suficiente pra brotar novamente.

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