Lenha (Paus officinalis)

 

Lenha (Paus officinalis)

Muito se fala das qualidades do esterco animal e pouco se comenta da potência que tem o esterco obtido de material lenhoso.

A quantidade de lenha que encontramos dentro de uma floresta é imensa. Muita madeira gerada através do processo de transformação da energia do Sol. Já nas áreas desmatadas, a pouca lenha que ainda é gerada, acaba virando fumaça quando ocorrem as "limpezas" que costumam fazer nos terreiros.

É comum ouvirmos sobre o uso da serragem obtida em serrarias. Que por muitas vezes, é sobra de madeiras tratadas por produtos químicos de origem duvidosa. Sendo que a lenha que apodrece lentamente, terá uma força sensivelmente maior, com segurança e economia de energia.

 

Por isso, relatamos aqui nossa experiência com a lenha, sabendo o bem que tem nos trazido não rejeitar qualquer pedaço de pau que nos rodeia. A ideia é achar locais onde tenhamos como empilhar este material e deixá-lo à vontade por períodos longos sem nos preocupar.

É válido ressaltar que podemos acelerar o processo de decomposição quando:

  • Aumentamos a superfície de contato, seja cortando em pedaços menores com um facão ou utilizando uma máquina para triturar.
  • Empilhamos o material na direção Norte-Sul, fazendo uma pilha o mais longa possível, mais alta do que larga.
  • Instalamos algum tipo de barreira lateral, que possa manter a forma da pilha e ainda impedir que o vento, quando excessivo, retire calor e umidade.
  • Trabalhamos com alternância de camadas entre materias finos/grossos/úmidos/secos, como costuma-se fazer em qualquer pilha de composto.

 

Advirto àqueles que fazem uso da lenha como combustível, que evitem queimar qualquer lenha que já esteja apodrecendo. Uma vez que ela é morada de muitos seres, em sua maioria fungos e insetos, parceiros inigualáveis neste processo de decomposição.
Barata-do-mato

 

 

 

 

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